A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia
Elétrica (Abradee) estima que o setor precisará investir R$ 25 bilhões para
cumprir, até 2028, parte dos compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção de
Estocolmo.
O tratado, firmado em 2004 e ampliado em 2010, tem por objetivo
proibir produção e uso dos chamados Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). São 21 substâncias químicas que, além da afinidade com
tecidos gordurosos, têm facilidades para se acumular e se espalhar pelo meio
ambiente.
Entre esses poluentes, o askarel – óleo resistente ao fogo – é
bastante usado para condução de energia elétrica em transformadores,
capacitores, reatores, interruptores e cabos elétricos. Em contato com pessoas,
o produto pode causar males como câncer, além de problemas em diversos órgãos.









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