"Existe prostituição dentro da penitenciária e não é de
hoje. As mulheres são agenciadas pelos próprios presos. É a forma que eles têm
de ganhar dinheiro. É gente perigosa.
Vocês, jornalistas, não deveriam mexer
nisso. É coisa para a polícia", afirmou uma mulher que, há 18 anos,
frequenta as imediações do Complexo Penitenciário do Estado, em Salvador.
Ela disse, ainda, que conhece a maioria das mulheres que vão visitar os
internos e, por medo de represália, pediu para não ser identificada.












