A decisão foi da 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho. Segundo a empregada, todos os dias ela era constrangida e obrigada a mostrar suas peças íntimas e tinhas seus objetos pessoais revistados para que o estabelecimento pudesse atestar que nada havia sido roubado.
A sentença entendeu que houve abuso do poder de fiscalização do empregador e condenou a Itabuna ao pagamento de R$ 2 mil.


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