“Desde 2015, não tínhamos um número tão grande de casos de
dengue como já alcançamos esse ano. Se continuarmos nesse pico de calor,
corremos o risco de termos surtos ou epidemias de doenças transmitidas por
mosquitos,” o alerta é do Doutor Celso Granato, médico infectologista do Grupo
Fleury, detentor da Diagnoson a+ na Bahia.
Conforme o especialista, o problema é justificado pelo aquecimento global que tem contribuído para uma mudança no perfil de doenças como, dengue, zika e Chikungunya.
Ele explica que, “a situação é reflexo da fragilidade dos vetores que sofrem com os efeitos das mudanças da temperatura. E, apesar de não resistirem por muito tempo, as altas temperaturas, os mosquitos se multiplicam rapidamente com o calor, e acabam fazendo mais vítimas”.
No entanto, a Organização Pan- Americana de Saúde (OPA), ligada a Organização Mundial da Saúde (OMS), aponta que em 2023 as Américas já registraram um aumento acentuado nos casos de dengue.















