Uma pesquisa mostra que a morte súbita por insuficiência
cardíaca mata de 250 mil a 300 mil pessoas por ano no Brasil.
Os óbitos ocorrem
mesmo que atualmente existam condições para detectar pacientes de risco alto e
também se possa reverter o quadro com o uso de desfibriladores portáteis,
dispositivos fundamentais em estádios por exemplo, neste ano de Copa do Mundo.
Segundo matéria de O Globo, no país, a lei estabelece que a instalação de
desfibriladores automáticos externos (DAE) é obrigatória em lugares de grande
circulação de pessoas, como aeroportos, estações de metrô e estádios de
futebol.













