A ministra Laurita Vaz, da Sexta Turma do Superior Tribunal
de Justiça (STJ), foi a segunda a votar hoje (14) pela soltura do ex-presidente
Michel Temer, que está preso preventivamente desde 9 de maio na cidade de São
Paulo.
Com isso, Temer deve ser solto, uma vez que quatro ministros
participam do julgamento e, mesmo em caso de empate, o resultado deve favorecer
o réu, no chamado in dubio pro reu, um dos princípios do Direito Penal.
Laurita Vaz seguiu do voto do relator, ministro Antônio
Saldanha Palheiros, que deliberou pela soltura de Temer. Ela concordou que o
decreto original de prisão foi incapaz de apontar algum ato delitivo recente
que justificasse a prisão preventiva do ex-presidente.















