Trabalhadores dos Correios decidiram pelo fim da greve no
fim da tarde de terça-feira (13), após decisão do Tribunal Superior do Trabalho
(TST) determinar que empregados pagarão parte do plano de saúde e exigir a
volta ao trabalho de 80% dos carteiros.
“Achamos melhor recuar estrategicamente
e nos reorganizar”, disse o secretário-geral da Federação Nacional dos
Trabalhadores dos Correios (Fentect), Jose Rivaldo da Silva.
Contrariada, a
Federação determinou o fim da greve nacional, mas defende que o TST pode ter
aberto um “precedente perigoso” para outras categorias de trabalhadores por ter
desrespeitado acordo coletivo ao determinar o pagamento de uma parcela do plano
de saúde pelos carteiros.















