O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF
(Supremo Tribunal Federal), autorizou a inclusão do presidente Michel Temer
como um dos investigados em um inquérito aberto para apurar repasses da
Odebrecht ao MDB em 2014.
O caso se refere a um jantar no Palácio do Jaburu em maio
daquele ano em que teria sido acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões.
Fachin também autorizou a prorrogação do prazo para a Polícia Federal fazer as
diligências do caso. Agora, os investigadores terão mais 60 dias para concluir
a apuração.














