Os possíveis efeitos cancerígenos do uso intenso de celulares
são temas de debates frequentes. Cientistas já realizaram uma série de estudos
para identificar se e até que ponto as ondas de radiofrequência emitidas pelos
dispositivos podem ser prejudiciais, mas parece que não chegaram a uma
conclusão.
Como explica uma matéria publicada neste sábado (24) pela BBC
Brasil, as ondas de radiofrequência são uma forma de radiação não ionizante,
que se desprende dos raios X ou ultravioleta.
Um texto do site da Sociedade
Americana Contra o Câncer (ACS, sigla em inglês) explica que "a
preocupação é se os smartphones poderiam aumentar o risco de desenvolverem-se
tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço".















