Em um novo surto de contaminação de Covid-19, a cidade de
Manaus, no Amazonas, atingiu o pico máximo de atendimento de pacientes e já
está sem oxigênio, necessário para casos mais graves da doença.
Relatos de dramas vividos por pacientes e de mortes por asfixia
tem sido enviados ao pesquisador Jesem Orellana, da Fiocruz Amazônia. Segundo
informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, há a informação de uma ala
inteira de pacientes com Covid-19 teria morrido em um hospital, pela falta de
oxigênio.
"Estão relatando efusivamente que o oxigênio acabou em
instituições como o Hospital Universitário Getúlio Vargas e serviços de pronto
atendimento, como o SPA José de Jesus Lins de Albuquerque", afirma ele. Os
pacientes que conseguirem sobreviver, além de tudo, devem ficar com sequelas cerebrais
permanentes", lamenta.
Os pacientes mais graves e em condições de transferência
estão sendo movidos para o Piauí, segundo o reitor da UFAM (Universidade
Federal do Amazonas), Sylvio Puga, que administra o Hospital Universitário
Getúlio Vargas (HUGV).