Um avião no céu e um rastro de até 75 milhões de abelhas mortas no chão. Depois de ser atingidas por uma garoa de agrotóxicos, na região rural de Monte Pascoal, distrito de Itabela, Extremo-sul baiano, os insetos morreram, envenenados.
O CORREIO teve acesso, com exclusividade, às análise laboratoriais que revelaram, nas abelhas mortas, envenenamento por aditivos.
O
impacto ambiental ainda é imensurável e as abelhas continuam a morrer em
diferentes regiões. Somente neste ano, 16 milhões delas desapareceram na Bahia
com suspeita de envenenamento.
Os exames foram entregues ao Ministério Público da Bahia (MP), que investiga o caso, quase dois anos depois da mortandade das milhões de abelhas, em setembro de 2018. Segundo apicultores da região, uma aeronave lançou agrotóxicos sobre plantações de café naquele mês.















