No país do futebol, partidos são como clubes, candidatos
fazem as vezes de jogadores e as doações que recebem nada mais são do que o seu
valor de passe.
Foi exatamente assim que a Odebrecht classificou os
beneficiários de suas contribuições, de caixa um e dois, na eleição de 2014 na
Bahia.
O "meia" (leia-se candidato a governador) Rui
Costa (PT), era batizado de "Flamengo" (PT) e valia
"2.000", conforma a planilha entregue à Operação Lava Jato. O
documento não especifica a unidade de valor apontado.















