Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram
suspender a lei que liberava o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida
como "pílula do câncer".
O uso tinha sido autorizado por uma lei
aprovada no Congresso Nacional e sancionada pela presidente afastada Dilma
Rousseff em abril.
A chamada "pílula do câncer" não tem liberação da
Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por não ter ação contra o
câncer comprovada cientificamente e nem ter sido testada em humanos. No total,
seis ministros votaram pela suspensão liminar (provisória) da lei, conforme a
ação protocolada pela AMB (Associação Médica Brasileira).














