O governo e a Petrobras estimam para junho um novo aumento
da gasolina e do diesel. O calendário, que não foi divulgado ao mercado,
integra um dos pontos do mecanismo aprovado em dezembro pelo conselho de
administração da empresa, presidido pelo Ministério da Fazenda.
Na reunião de
dezembro, o conselho iniciou uma nova política de preços com o reajuste de 4%
para a gasolina e de 8% para o diesel. À época, a estatal afirmou que o
mecanismo fora adotado para garantir a "convergência dos preços internacionais
ao mercado doméstico", há tempos defasado, e "assegurar a redução do
nível de endividamento da estatal no prazo de 24 meses".















