Um preceito de botequim tem uma assertiva que serve tanto
para os relacionamentos amorosos quanto para o futebol: “O problema não é
perder o jogo. O problema é a chacota do torcedor rival”.
Da mesma forma, o
problema não é o corno, a traição propriamente dita, mas a exposição, o
disse-me-disse, enfim, a chacota. Eis que os cornos de Lauro de Freitas, na
Região Metropolitana de Salvador (RMS), resolveram se insurgir contra essa doutrina,
digamos, ultrapassada.
No 8º Café da Manhã da Associação de Cornos do município,
eles não só defenderam a figura do corno manso, como se propuseram a amansar os
cornos que, por pressão social (chacota), estivessem ameaçando fazer alguma
besteira. Leia-se como “besteira” cometer algum tipo de violência contra a
companheira ou contra si mesmo.















